quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Super Chevy

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Super Chevy


CHEVROLET CHEYENNE

Posted: 30 Sep 2010 07:00 AM PDT

Uma das mais famosas pickups da GM nos anos 60/70 agora conta com uma ótima réplica em escala 1/18. Era feita apenas por fabricantes mais caros, porém esta é da Higway 61, com preço acessível e ótima quantidade de detalhes. Ainda é possível escolher entre duas versões. Sua por U$$ 65.

Blog Carburado

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Salão de Automóveis de Paris 2010

Posted: 30 Sep 2010 08:50 AM PDT

Confira algumas estrelas do Salão de Paris 2010:

Lamborghini Sesto Elemento Concept


Audi Quattro Concept


Volkswagen Passat


Bentley Continental GT


Porsche Speedster


Ford Focus ST



Opel Astra Sports Tourer


Opel GTC Paris Concept


BMW X3


Peugeot 508


BMW 6 Series Coupe Concept


Volvo V60 R-Design


Audi A1


Audi e-tron Spyder


Ford Fiesta RS WRC reveal


Range Rover Evoque


Jaguar C-X75 Concept


Mercedes-Benz CLS


Fotos AutoBlog


Mais detalhes sobre a nova Montana

Posted: 30 Sep 2010 06:27 AM PDT


Boletim Garagem83

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Boletim Garagem83


Lamborghini revela o Sesto Elemento

Posted: 29 Sep 2010 04:56 PM PDT

Vazamento de fotos está se tornando cada vez mais comum no mundo automotivo, onde as empresas tentam fazer mistério, ir revelando o carro por partes, enfim, são várias as estratégias. Porém alguém sempre acaba com todo o projeto marketeiro das montadoras e simplesmente as imagens surgem na internet. Culpa do mundo tecnológico de hoje? Pode ser. Bom pra nós.

Quem foi afetado por esse ‘vazamento’ dessa vez foi a Lamborghini com seu novo conceito nomeado de Sesto Elemento, nome esse que faz referência ao Carbono, que está posicionado na sexta casa da Tabela Periódica de Elementos. Isso que é criatividade! E falando nisso, o Sesto Elemento foi construído com o uso de técnicas de aplicação de fibra de carbono e plástico, fato esse que deixou o carro com apenas 999 quilos, batendo então o Superleggera, que até então era o mais leve com seus 1.340 quilos.

Esse leveza toda fez com que o Sesto Elemento ganhasse um ‘up’ em desempenho, fazendo o motor V10 5.2 litros de 570 cavalos acelerar de 0 a 100 km/h em espantosos 2,5 segundos. De máxima ele ultrapassa os 300 km/h.

O visual do esportivo abusa dos vincos e elementos triagulares, dando uma ar bem agressivo ao modelo, assim como deve ser. Ele será oficialmente apresentado agora no Salão de Paris.

MAIS FOTOS DO SESTO ELEMENTO (Clique nas imagens para ampliar)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Super Chevy

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Super Chevy


Flexpedition: de leste a oeste

Posted: 29 Sep 2010 07:00 AM PDT

Por: João Mendonça

A nova Flexpedition cortou o Brasil de Leste a Oeste e teve inicio em agosto, no ponto mais oriental do país. Rodou cerca de 8.000 km entre João Pessoa (PB) e Mâncio Lima (AC), extremo ocidental brasileiro, cruzando os estados do Ceará, Pernambuco, Piauí, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rondônia e Acre. Foram usados seis modelos da Chevrolet: Corsa Hatch 1.4, Prisma 1.4, Vectra Expression 2.0 e Blazer Advantage, todos Flexpower, além do Tracker e da S10 CD Executive, movidos, respectivamente, por gasolina e diesel.

PRIMEIRA ETAPA
Durante os primeiros quatro dias, a caravana Chevrolet Flexpedition atravessou a Paraíba, Ceará, Pernambuco, Piauí, Maranhão e Tocantins, passando por pontos turísticos como o Parque do Povo, em Campina Grande (PB), lugar onde acontece uma das maiores festas juninas brasileiras. Além disso cruzou o sítio arqueológico do Vale dos Dinossauros, que fica em Souza (PB), e a cidade do Juazeiro do Norte (CE), terra de Padre Cícero, tudo com temperaturas beirando os 40ºC e enfrentando péssimas estradas. Ao longo do percurso foram rodados 1.576 quilômetros, sem qualquer falha ou quebra mecânica, apesar das dificuldades nas BR-320 e BR-230, no estado do Maranhão, por exemplo, com muitos buracos e conservação inexistente.

SEGUNDA ETAPA
Após mais 2.171 quilômetros rodados e quatro dias de viagem, o grupo Chevrolet completou a segunda etapa do Flexpedition, que começou em Palmas (TO) e chegou a Campo Grande (MT). Saindo do centro do país, a largada foi dada pelo governador do Tocantins Marcelo Miranda, no Palácio Araguaia, sede do governo, indo em direção ao oeste pela BR-153, que liga Belém (PA) a Brasília (DF). A Flexpedition ainda passou pelas cidades de Paraíso de Tocantins e Gurupi, ambas no estado do Tocantins, e por Porangatu, Uruaçu, Niquelândia, Padre Bernardo, Anápolis, Goiânia e Rio Verde, todas localizadas em Goiás, além de Brasília (DF).
Palácio Araguaia

TERCEIRA ETAPA
Este foi um dos trechos mais bonitos do percurso, por conta da travessia do Pantanal, passando pelas cidades de Coxim (MS), Rondonópolis, Cuiabá e Cárceres (MT), entrando em Rondônia até chegar a Porto Velho, capital do estado, onde terminou a etapa. Antes da largada, o grupo foi aos pontos turísticos locais como a Praça das Araras, o Parque das Nações Indígenas -onde o pôr-do-sol é o principal atrativo - além de visitar a Base Aérea de Campo Grande. A largada foi dada ao lado da BR-163, com destino à Rondonópolis, que fica a 450 quilômetros de Campo Grande. A Flexpedition passou ainda pelas Sete Quedas do Rio Verde e pelo Rio Taquari, situados em Coxim.

QUARTA ETAPA
A última etapa da expedição teve início em Porto Velho (RO), com destino à Mata Amazônica. A aventura começou com a bandeirada de largada dada pelo vice-presidente da GM José Carlos Pinheiro Neto, em frente ao museu da estrada de ferro Madeira-Mamoré, que guarda um belíssimo acervo sobre os primórdios das linhas férreas no Brasil.
A caravana seguiu pela BR-364, cruzando de balsa os rios Jaci-Paraná, Mutum-Paraná e Madeira, entre as cidades de Vila Nova (RO) e Extrema (RO), até chegar a Rio Branco, capital do Acre. A Flexpedition passou ainda por Brasiléia -local onde viveu o ambientalista Chico Mendes, morto por grileiros- fronteira com a cidade de Cobija no Peru.
BR-364

Começou ali o trecho mais difícil da aventura -entre Rio Branco e Mâncio Lima- onde qualquer chuva poderia comprometer a continuidade da viagem, pois a pista de terra batida se transforma facilmente em barro, impedindo os carros de continuarem a rodar. Felizmente, a chuva não passou de uma ameaça e o grupo chegou, depois de seis horas, a Tarauacá, usando três balsas para enfrentar os rios Purus, Envira e Tarauacá.
A Mata Amazônica ainda não podia ser vista desse trecho do percurso, pois à beira da estrada a floresta foi desmatada e queimada, para a criação de gado. Faltava ainda apenas o percurso entre Tarauacá e Cruzeiro do Sul, bem perto do destino final: Mâncio Lima, onde nasce o rio Moa, fronteira com o Peru.
Até Turuacá (AC) foram percorridos 7.340 quilômetros, cortando o sertão nordestino, o Planalto Central e, para terminar, a Amazônia Ocidental. Com a chegada a Mâncio Lima (AC), terminou a expedição que cruzou o Brasil de leste a oeste, ao longo de 30 dias, com os carros guiados por 40 jornalistas-expedicionários de todo o país.
O vice-presidente da General Motors Brasil, José Carlos Pinheiro Neto avaliou a viagem: "O resultado é excepcional sob todos os aspectos. Primeiro como um grande test-drive que comprova, mais uma vez, a qualidade dos produtos Chevrolet. Nenhum carro quebrou e sequer tivemos um pneu furado, apesar das condições adversas das estradas. E, principalmente, porque os cerca de 40 participantes puderam ver o Brasil através da janela de um Chevrolet e comprovar esse caldeirão cultural que é o nosso imenso país."

Boletim Garagem83

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Boletim Garagem83


Comercial do Nissan Livina 2011

Posted: 28 Sep 2010 05:28 PM PDT

Bom, não to aqui fazendo post patrocinado pela Nissan (infelizmente), mas resolvi colocar esse comercial  do Livina 2011 aqui porque achei muito interessante a ousadia de colocar o dedo na ferida da concorrência, lê-se, GM, Honda e Fiat. E além de tudo, bem engraçado. Vale a pena conferir.

Caminhões e ônibus na marginal, só a 70 km/h agora

Posted: 28 Sep 2010 05:05 PM PDT

Informação importante para os caminhoneiros e motoristas de ônibus que trafegam pela pista expressa da Marginal Pinheiros em São Paulo. A velocidade máxima permitida que era de 90 km/h, agora passa a ser de 70 km/h. Porém as autuações só começam a partir do dia 13/10 devido a falta de sinalização indicando a mudança, segundo informações da CET (Companhia de Engenharia e Tráfego).

Via G1 SP

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Super Chevy

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Super Chevy


Holden VE SS V UTE

Posted: 28 Sep 2010 09:30 AM PDT

Por: Rubens Caruso Junior
Pickup australiana da GM é baseada no Omega, mas tem motor 6.0V8 de 367 cv e passa fácil dos 250 km/h
A Holden é a filial australiana da GM, e tinha tudo para não ser notada no Brasil, já que sua produção é voltada basicamente modelos para o mercado local. Por razões estratégicas da montadora, o Omega vendido no Brasil é o Holden Commodore, que recebe algumas adaptações para ser vendido no nosso mercado. E assim a Holden deixou de ser uma ilustre desconhecida e há alguns anos freqüenta nossas ruas.



Além das razões internas, não foi por acaso que a GM escolheu um Holden para ser seu carro de luxo. Os australianos são como os norte-americanos: gostam de carros grandes, luxuosos e com motores de grande cilindrada. São menos conservadores em termos de desenho e gostam de suspensões mais esportivas (mais firmes) se comparados aos consumidores dos Estados Unidos.



Por outro lado, como os americanos os australianos adoram pickups, em especial as derivadas dos carros de rua. E a Holden nessa área não economiza. A nova geração da Ute utiliza a mesma plataforma do Omega e o desenho é bastante parecido. O resultado disso é um veículo teoricamente utilitário, com conforto de carro de passeio, grande distância entre-eixos, cinco metros de comprimento e capacidade de carga de 800 kg.

COM V8
Mas como australiano gosta de acelerar e pesado, não ficariam satisfeitos com o motor V6 que equipa o Omega vendido no Brasil. Sem perder tempo, desenvolveram a versão esportiva da Ute, a SS. Um digno merecedor de ostentar a sigla esportiva. Debaixo do capô está um motor 6.0V8 de 367cv de potência máxima e 54 kgfm de torque máximo, com câmbio manual ou automático de seis marchas. Como se não fosse suficiente, as rodas originais, aro 17, foram trocadas por outras de 19 polegadas, calçadas com pneus 245/40.
Quer mais sofisticação? Ao contrário da maioria dos utilitários, as Ute usam suspensões independentes nas quatro rodas. E não é só. Como um autêntico esportivo, o modelo recebeu controle de tração e controle de estabilidade, e na sua lista de equipamentos está condicionador de ar, direção servo-assistida, bluetooth e sistema de som com 150 watts de potência.
O interior da SS também é exclusivo e muitíssimo bem acabado. Ao volante você tem a certeza de que está conduzindo um autêntico esportivo, e nunca uma pickup. O volante é do lado direito e a alavanca de câmbio do lado esquerdo; banco e painel são revestidos em duas cores; sistema de navegação por satélite com tela colorida, bancos especiais e volante em couro... enfim, nada de mais ou de menos.


É SÓ ACELERAR
Por fora, além do uso de cores chamativas como roxo metálico, vermelho, laranja metálico e verde-limão, a versão SS ganhou pára-lamas alargados, escapamento com quatro saídas, além de spoiler dianteiro incorporado ao pára-choque, cobertura da caçamba e faróis escurecidos.
A pickup Holden tem nome complicado –VE SS V Ute- mas chega com um conjunto de modificações que inclui a parte estética e mecânica levadas a extremos, e que dispensa qualquer modificação. Dados de desempenho não foram divulgados, mas os australianos já falam em 260 km/h de final e zero a 100 km/~h em cinco segundos. Alguém duvida?

Australiano e Tupiniquim
A pick-up do Omega




No final de 1997, deixava de ser produzido aqui o Omega, para dar lugar ao modelo importado da Austrália, o Holden Commodore, que viria a rodar em solo brasileiro no ano seguinte com algumas modificações, mantendo o mesmo nome do nacional. A Holden é a subsidiária australiana da GM, que fabrica por lá modelos desconhecidos por aqui. O modelo importado era radicalmente diferente, tanto no tamanho quanto no design. O tamanho aumentou e com ele também houve aumento de espaço interno. O design era bem diferente, porém, um pouco parecido com os carros japoneses.
O motor de seis cilindros 4.1l da versão anterior dava lugar ao 3.8 V6 de 200cv, porém os dois eram parecidos no modo de guiar, assemelhando-se ao jeito americano perdendo um pouco da elasticidade do antigo 3.0 alemão da primeira geração do carro.
O modelo fez sucesso por aqui, consolidando a australiana Holden como exportadora de versões luxuosas.
Desde a primeira geração importada para o Brasil, o Omega recebeu mais duas modificações. Em 2001, uma remodelação leve, com principais mudanças na parte traseira, que perdeu parte da lanterna na tampa do porta-malas e na dianteira com conjunto ótico, grade e pára-choque remodelados. Em 2003 outras novidades ocorreram na carroceria como desenho mais atual e robusto, ganhou lanternas e faróis mais angulosos.
Em 2007, uma remodelação geral marcou a consolidação do modelo importado para o Brasil.